1. Sim
- servir no js faz eu superar minhas dificuldades e dar passos que nunca daria sozinha
- sinto que o meu jeito de adorar e falar com Deus é contemplado no carisma
- Deus vai me dando sentido na vida conforme eu vou servindo com meus irmãos, entregando o que tem pra mim aos pouquinhos e me fazendo enxergar beleza nas diferenças
2. Sim
3. Não sei. Muitas vezes me sentia cansada, ansiosa e incapaz pelo tanto de missão que eu tinha que servir. É um prazer servir e Deus vai cuidando de todo resto, mas eu sei que ele cuida pq a messe é grande mas poucos são os operários. E eu sentia que ia deixando minha vida de lado, coisas que eram realmente importantes p mim e isso me machucava. A ansiedade de n conseguir fazer certo tb pega muito, porque eu fico dias preocupada quando eu sou escalada p algo. Deus me ajuda aos pouquinhos a me libertar disso, mas é realmente mto gasto de energia p mim. É como aquele sentimento da dificuldade de levantar da cama x estudar. Coisas que p outras pessoas são fácil, p mim não é tanto, em relação à habilidades sociais por exemplo. Já profetizar, ler a bíblia e etc pra mim é muito tranquilo. Talvez nem fosse o tanto de missão, mesmo que realmente a quantidade pesasse, mas o sentimento de medo de não dar conta que me trazia essa grande adrenalina.
4. Sim
5. Mais ou menos. Sinto que eu amo o carisma e não me encontro em outro lugar com relação ao jeito de rezar, mas não consigo viver a radicalidade no sentido de rejeitar ao invés de ressignificar. Sinto que n quero abrir mão das possibilidades que tenho, que me sinto feliz com elas. Não é medo, elas só n ocupam lugares de idolatria p mim, pelo contrário. Depois que parei de viver a radicalidade comecei a me sentir melhor, mais saudável. Descobri realidades que eu penso bem diferente do JS, e sou feliz assim. Só que sinto falta de servir dentro do carisma que é meu.
6. Não sei. Sim, quando me sinto livre p viver de forma fluida o que o espírito santo vai me convencendo, mas não quando me sinto cobrada pelas pessoas ao meu redor, mesmo que implicitamente. Minha dificuldade nunca foi com Deus, mas com os outros, minha consciência sempre esteve tranquila com tudo o que eu sentia e fazia, mesmo nao sendo exatamente o que o carisma pedia, porque tenho meu tempo e minha forma de tratar com Deus e sempre fui aberta p ele tratar comigo da forma como sabe que eu consigo acolher, mas sempre me senti atropelada de certa forma pela cobrança externa, como se eu precisasse ser alguém pronta. Acho que não sentia que tinha oportunidade de crescer no meu potencial... alguns lideres ate enxergavam e se esforcavam p me dar espaco, mas me sentia frustrada porque nao conseguia sentir confianca p partilhar minhas dificuldades. Não sentia que tinha espaço pra desenvolver meu potencial de composição e pra profecia/cura interior por exemplo, que tive que desenvolver buscando sozinha, batendo a cabeça sozinha. Ao invés disso, sentia essa pressão implícita. As vezes eu só precisava respirar e passar pelo processo com alguém do meu lado, mas sentia que não podia pq tinha que ser de determinado jeito, como a semente que caiu entre os espinhos e foi sufocada. Então o que era privilégio, a gratidão e amor que eu sentia por Deus ao servir foi virando fardo, medo, irritação, ansiedade, cansaço. Não era mais sobre o quanto eu amava a Deus, mas o quanto eu n dava o suficiente.
7. Sim, completamente.
8. Sim
9. Tentando me dispor mais, mas entre nao e sim, tende mais p sim.
10. Sim
11. Sim
12. Não sei. Porque uma época eu estava cumprindo tudinho, e mesmo assim me sentia triste e profundamente infeliz, pq n me sentia a vontade. O que fecha as brechas é meu relacionamento com Deus. O estilo de vida me ajuda as vezes, mas outras me atrapalha, pq me sinto cobrada. As vezes sinto que reprime algumas coisas que eu não quero reprimir, quero viver o processo. Talvez a resposta seja não.
13. Sim
14. Caminhando p disposição. A ideologia ainda me pega muito, mas Deus é bom, várias vezes transforma toda a minha forma de enxergar diante dos meus olhos, então apesar de ser uma das minhas maiores dificuldades, principalmente o querer essa transformação, aprendi que Deus cuida mto bem disso com o sobrenatural dele. A minha maior dificuldade, Na verdade, é olhar p Deus como um Deus de amor e confiar na fidelidade dele. Sou extremamente desconfiada, sinto medo de me abandonar em Deus e cair no abismo. Mas dando passos, já caminhei bastante nisso desde que descobri essas minhas dificuldades.
15. Totalmente. Santo = separado. Pra que? P uma realidade específica. Vocação sou eu e minha circunstância, Se não salvo ela, n me salvo.
16. As vezes mais, as vezes menos. É uma das coisas que eu tenho tentado n esquecer quando estou em crise.
17. Sim. Mas as vezes me incomoda isso tb, porque não quero "vestir a camisa" em algumas situações ideológicas, principalmente quando rola discurso de ódio, as vezes explícito nas pregações ou velado nos comentários dos servos. Principalmente em relação à gênero e a falta de respeito com outras culturas/religiões/costumes/pensamentos. As vezes me sinto um ET quando tenho que cantar depois de uma pregação que n fez sentido p mim, e é mto difícil, como se eu tivesse que ser conivente com um Jesus que foi pregado de forma distorcida que n é o Jesus que eu conheço.
18. Sim.
19. Ainda é difícil dizer isso. Tenho dificuldade com o compromisso, com todos. Quando eu era pequena, minha mãe fazia várias promessas p mim que ela n cumpria e eu não gosto de fazer promessas que eu n sei se vou conseguir cumprir (como nesse ano que passou, por exemplo). Quando eu me comprometo, me sinto pressionada a corresponder de alguma forma, o que eu faria tranquilamente se não me comprometesse. Quanto mais eu entendo o que é o compromisso com a missão, mas me apavora, pq eu tenho a sensação que n vou conseguir cumprir e vou decepcionar/machucar Deus igual minha mãe fazia comigo. Mesmo eu entendendo que ele n se importa, que ele é amor e que tenho meu tempo, eu não consigo acreditar nisso.
20. Sim
21. Alguns sim, outros não. Acho que a radicalidade e o viver reconciliado são os meus difíceis p mim. E a sadia convivência, pq homem hetero é difícil de engolir.
22. Sim
23. Não sei, acho que sim. Mas não sei se estou disposta a viver ela. Sinto que ela me reprime mais que me liberta, quando n vivo por vontade própria. Eu alcanço jovens em lugares improváveis como baladas, através de músicas seculares etc.
24. Sempre foi sim, mas desde que deixei a missão a minha resposta é não. As pessoas n tem que olhar p mim e sim p Jesus. Eu n quero ser exemplo, quero que Jesus seja. Acho que esse lance de exemplo me deixa mais pressionada ainda. Eu sou só eu...
25. Sim
26. Feliz por poder responder essa pergunta com um sim, meu último aprendizado, acho.
27. Sim.
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